quarta-feira, 12 de junho de 2013

Susto na estrada


Era uma noite escura, chuvosa e fria. Jennifer, que havia ido até a cidade vizinha para tratar de negócios, teve que encarar duas horas de viagem de volta para sua casa. Jennifer pegou a estrada debaixo de muita chuva, e teve que manter uma velocidade razoável devido às condições do tempo.
Alguns quilômetros adiante, ela avistou luzes de carros de policia e de bombeiros. Ao se aproximar, um policial fez sinal para Jennifer encostar o carro. Ele explicou que se tratava de um acidente, e pediu que Jennifer aguardasse até retirarem o veículo acidentado do meio da estrada. Enquanto esperava, ela notou que alguns policiais empunhavam suas armas, e ficavam olhando para todos os lados, como se temessem algo. Jennifer estranhou o comportamento dos policiais.

Quinze minutos depois a estrada foi liberada e, antes que Jennifer pudesse prosseguir, o capitão de policia disse algo para ela : “Vá com cuidado e não pare por nada”. Jennifer agradeceu e continuou sua viagem.

Apenas os relâmpagos e as luzes do carro de Jennifer clareavam a estrada, e para piorar, a forte chuva dificultava a visão.
Até que Jennifer, durante um clarão de um relâmpago, notou que alguém corria bem ao lado do carro. Não dava para ver direito, mas o vulto parecia ser um homem, e antes que Jennifer pudesse acelerar, ele pulou sobre o capô. O homem ficou batendo violentamente contra o pára-brisas do veículo, às vezes com as mãos, às vezes com a cabeça. O enorme susto e a aparência medonha do homem, fez com que Jennifer ficasse apavorada e pisasse fundo no acelerador. Ela mal conseguia controlar o carro, e ficou indo de um lado para o outro na pista, até que o homem não conseguiu mais se segurar e caiu. Ele ainda continuou a perseguir o carro por alguns metros, mas Jennifer acelerou ainda mais e despistou o homem. O marido de Jennifer se assustou ao vê-la chegar apavorada e chorando muito. Jennifer não conseguia falar sobre o acontecido, e só dormiu a base de calmantes.

No dia seguinte, mais calma, Jennifer contou tudo ao seu marido, que mesmo vendo as marcas no carro, custou a acreditar na história. O veículo ficou com o capô amassado e o vidro trincado com algumas manchas de sangue. Jennifer ficou traumatizada e nunca mais conseguiu viajar a noite.


Texto retirado da page B1TCH

quarta-feira, 13 de março de 2013

Flash Mobs

Antes de saber do que se tratava, eu estava completamente perdida. Estava vendo uns videos no youtube e acabei sendo chamada por esse vídeo:
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em certo lugar para realizaer determinada ação inusitada previamente combinada. E esse me chamou uma atenção enorme, eu já ouvi falar há muito tempo, mas nunca tinha assistido. 
E a partir do primeiro, foram-se crianco idéias, a criatividade aumenta, surgem propagandas, etc.
Ando sem tempo e criatividade para atualizar diariamente aqui, mas sempre trago o que acho interessante. Desculpas e espero que gostem!!!


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Ele merece uma segunda chance?


Todos nós erramos, querendo ou não, por impulso ou vontade própria, mas todos merecem uma segunda chance? Tem gente que diz que papel amassado nunca mais volta  a ser como antes, mas se fossemos de papel não sobreviveríamos ao mundo lá fora.
Dar uma segunda chance significa dar a chance da pessoa mudar o que há de ruim, o que machucou, consertar os erros, mas se você acredita que somos como papel, a segunda chance não adiantará de nada, pois por mais que o outro se esforce nunca consertará seu erro.
Os dois precisam estar prontos para a segunda chance. Tanto quem errou como quem deu a oportunidade. A mudança não pode acontecer apenas de um só lado e não é porque não foi você quem errou que você pode fazer o que quiser.  Lembre-se que deve seguir sempre o coração para não se arrepender da decisão e o lado que mais pesar é o que define se o perdão e a chance deve serem dados.
Um dia você vai errar com alguém e vai querer uma oportunidade de consertas as coisas, deixam tudo limpo, como se nada tivesse acontecido, ser irredutível não muda o sentimento.